
O deputado Vicentinho (PT-SP) cobrou da Câmara dos Deputados a votação da matéria que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Em Discurso no Plenário da Casa, nesta terça-feira (7), o parlamentar disse que os trabalhadores e trabalhadoras das empresas reclamam da jornada de trabalho a que são submetidos diariamente. “É muito importante que esta Casa dê uma resposta aos trabalhadores deste País”, afirmou.
Material da campanha feita pelo senador Inácio Arruda em favor dos trabalhadores
O parlamentar, que foi realtor da matéria na Comissão Especial, reforçou os argumentos usados pelo movimento sindical e especialistas de que trabalhar mais de 40 horas semanais gera doenças, estresse e até queda na produtividade e na qualidade do trabalho. E faz alerta aos empresários, que são contrários à medida, de que a redução da jornada de trabalho é benéfica para as empresas, pois estimula a qualidade e a produtividade.
“Reduzir a jornada de trabalho significa um pouco mais de tempo para desfrutar com a família, para se dedicar aos estudos, às atividades culturais e ao lazer”, reafirma o deputado, acrescentando que a maioria dos países adotam as 40 horas semanais e existem aqueles que já implantaram as 36 horas semanais.
O senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), autor da PEC que reduz a jornada de trabalho, apresentada quando ainda era deputado federal, diz sempre que a aprovação da PEC é uma batalha de classe, “um confronto entre o capital e o trabalho”, por isso a dificuldade na votação da matéria. Ele destaca como a principal vantagem na adoção da medida a abertura de cerca de 2,5 milhões de novos empregos no Brasil.
Outro argumento usado pelos defensores da redução da jornada de trabalho é de que, nos últimos 20 anos, depois da última redução em 1988, os empresários foram beneficiados com um crescimento de 113% na produtividade e o custo decorrente da redução foi de apenas 1,99%.
“Muitas empresas já trabalham 40 horas por semana, mas nenhuma delas faliu por reduzir a jornada de trabalho. Ao contrário, várias geraram emprego e ganharam o respeito e a satisfação dos trabalhadores”, diz Vicentinho.
Outro argumento usado pelos defensores da redução da jornada de trabalho é de que, nos últimos 20 anos, depois da última redução em 1988, os empresários foram beneficiados com um crescimento de 113% na produtividade e o custo decorrente da redução foi de apenas 1,99%.
“Muitas empresas já trabalham 40 horas por semana, mas nenhuma delas faliu por reduzir a jornada de trabalho. Ao contrário, várias geraram emprego e ganharam o respeito e a satisfação dos trabalhadores”, diz Vicentinho.
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